Parece óbvio dizer que nós vamos morrer, ou ainda, que nós já estamos morrendo…Mas, por alguma razão, meramente saber disso não é suficiente para que sejamos levados a viver melhor, com maior destemor e compaixão. Como fazer com que essa verdade se torne parte do nosso coração?

Foi para nos ajudar com esta pergunta que Stela Santin nos encontrou na segunda semana do ciclo “Vida e Morte”.

“É muito comum que pessoas que estão passando por um processo de luto se sintam mal quando ficam alegres, quando riem perto da morte de uma pessoa querida. Mas é justamente isso o que estamos olhando. A pessoa está triste, em luto, mas daqui a pouco uma outra coisa acontece e ela ri, ela fica bem. É como se surgisse um outro ser ali, um outro eu. E daqui a pouco ela fica triste de novo. Mas se ela procurar ter uma coerência, ela vai dizer: não, eu não deveria ficar feliz, eu deveria ser só o eu do luto. Então se a gente se familiariza mais com esse “eu testemunha”, com essa consciência, a gente acolhe a tristeza, acolhe a alegria, mesmo em meio ao processo de luto.”

—Stela Santin (no encontro conosco)

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O ciclo “Vida e Morte” está disponível para quem entrar agora: https://olugar.org/vidaemorte