Ative as legendas em pt-br

“O luto é uma expressão do amor. Não é uma expressão de derrota. Amor pela pessoa que perdemos. […] Então, eu nunca dei as costas para os sentimentos do luto. Eu sinto que o que o luto faz por mim e pode fazer por todos nós é nos humanizar profundamente.”

—Roshi Joan Halifax

Durante o intensivo SIM, de janeiro a fevereiro de 2020, cerca de 200 pessoas da comunidade online olugar.org participaram ao vivo de uma conversa com Roshi Joan Halifax. Este foi um pequeno trecho da sua fala, que resolvemos publicar abertamente para que você possa desfrutar e fazer ressoar neste tempo desafiador que se aproxima.

Tivemos também encontros online com Reinaldo Nascimento, Elizabeth Mattis-Namgyel, Tenzin Wangyal Rinpoche e Aiton Krenak, todos gravados e disponíveis para quem quiser participar.

E em breve, iniciaremos um ciclo online de 7 semanas para aprofundar as práticas de compaixão, com participação ao vivo de Jeanne Pilli, Cristiano Ramalho, Fábio Rodrigues e da própria Roshi Joan Halifax. Para saber mais e participar: olugar.org/maoseolhos

Sobre Roshi Joan Halifax

Roshi Joan Halifax foi aluna de Seung Sahn e recebeu transmissões de linhagem de Thich Nhat Hanh e de Roshi Bernie Glassman. Fundadora e a abade do Upaya Institute and Zen Center, em Santa Fe (EUA), dirige o programa Being with Dying e fundou o Upaya Prison Project e o Nomads Clinic. É doutora em antropologia e uma das pioneiras no trabalho com a morte e o morrer. Com 77 anos, tem mais de quatro décadas de experiência em práticas contemplativas e um natural e constante engajamento social. Seus livros mais recentes são Presente no morrer: cultivando compaixão e destemor na presença da morte e Standing at the edge: finding freedom where fear and courage meet.

Para saber mais sobre Roshi Joan Halifax →

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